Categoria: Informação e sociedade
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Lei de Acesso à Informação
 
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  A informação representa um valor que, entregue em conformidade às demandas de seus usuários/clientes, gera inovação, inteligência e competitividade. Os conceitos de qualidade da informação, aplicados ao seu fluxo, quando gerenciado pelas organizações, agilizam processos decisórios. A mentalidade enxuta (lean thinking), aplicada em ambientes organizacionais, identifica o valor esperado pelos mesmos clientes/usuários e incentiva a geração de padrões em processos produtivos, a eliminação de falhas e a melhoria contínua. Este artigo resulta de pesquisa exploratória e bibliográfica, com objetivo de oferecer parâmetros para qualificação da gestão e da operação de fluxos informacionais, com base em critérios oriundos do lean thinking. Para tanto, apresenta um conceito de Fluxo Enxuto de Informação (FEI), concebido e analisado criticamente diante do referencial teórico em Ciência da Informação e mentalidade enxuta. Novos elementos teóricos, de uso potencial pelo profissional da informação, são oriundos da pesquisa, cuja contribuição incentiva discussões científicas sobre aplicações de ambas as áreas à gestão organizacional, no que tange à avaliação de fluxos informacionais.
  Incluído em: 17/07/2014
  O objetivo geral deste estudo foi investigar o papel das bibliotecas itinerantes, também chamadas de volantes ou circulantes, na formação de leitores na capital cearense, especificamente o serviço de biblioteca itinerante da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, a maior biblioteca pública do Estado do Ceará. A metodologia escolhida foi a pesquisa quali-quantitativa de cunho exploratório-investigativo. O referencial teórico teve por base os estudos de Feitosa (1998), Costa (2000, 2005), Dumont (1990, 1995, 2006), dentre outros, e enfocou a importância da biblioteca circulante para a promoção das práticas de leitura. A pesquisa de campo evidenciou que a implantação de bibliotecas em localidades distantes dos grandes centros urbanos contribui para suprir as carências informacionais das comunidades que ali residem. Percebeu-se que a biblioteca itinerante é um canal que proporciona além da democratização da informação, o interesse pela leitura, pois para muitos, a biblioteca itinerante é a única forma de acesso à cultura e informação.
  Incluído em: 15/09/2012
  Como programa de pesquisa, propõe-se uma abordagem da Ciência da Informação comoCiência Social, enquanto indagação sobre o presente, buscando entender qual seria aancoragem das ações de informação no contexto das relações e ações sociais, num complexocenário a ser explorado sobre os duplos conceitos de regimes e políticas de informação. Aomesmo tempo, ao caracterizar os domínios contemporâneos em que a informação se constituicomo tema, como sintoma e como questão, espera-se desenhar a posição e a distribuiçãoepistemológica dos conhecimentos que a interpelam e reconstroem, em algum ponto de vista edimensão.
  Incluído em: 06/06/2012
  Os repositórios institucionais digitais de acesso livre têm proporcionado um forte debate na literatura especializada em publicações eletrônicas; mais focados nas questões sobre o movimento de acesso livre à informação científica. É tema, portanto, da preocupação de todos os atores da comunidade científica, nomeadamente docentes e pesquisadores, editores científicos, comunidades científicas, bibliotecas universitárias e provedores de acesso e de serviços. Descreve-se os repositórios institucionais de acesso livre à informação científica “Saber” (Moçambique) e Digital da UFMG (Brasil) que têm como principal objetivo preservar, organizar, divulgar e disseminar a produção científica das instituições de ensino superior e de pesquisa, utilizando o software livre DSpace.
  Incluído em: 26/04/2014
  Considerando aspectos da literatura internacional da área de Ciência da Informação (CI) relacionados aos temas necessidade, busca, comportamento e uso da informação, objetivou-se explorar a trajetória histórica e as interpretações sobre os conceitos usuário e uso de informação, tomando, como referencial de apoio, as noções de sistema de informação e de agência dos sujeitos. Para tanto, foi delimitado como corpus 15 revisões de literatura da Annual Review of Information Science and Technology (ARIST) – que trouxeram um panorama teórico sobre os conceitos estudados. A análise dessas revisões foi instrumentalizada com as tipificações sobre uso de informação propostas por Rachel Anne Fleming-May, que permitiu situar as duas fases iniciais identificadas, que se particularizam por orbitar a noção de sistema de informação, sendo a primeira fase caracterizada por uma concepção mais estática de sistema e a segunda por uma acepção mais dinâmica. Por fim, observou-se, na literatura da ARIST, uma terceira e última fase que passou a ser mais bem visualizada a partir da década de 2000. Naquela década, os estudos passaram a considerar, complementarmente às fases anteriores, a agência dos sujeitos a partir das noções de interação e de contexto, em ações de uso, produção e apropriação de informação e de conhecimento.
  Incluído em: 06/06/2014
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Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação e do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil.

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