Categoria: Profissionais da Informação
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Competência Informacional Formação Profissional
 
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  Nos últimos anos, assiste-se ao crescente interesse pelos estudos voltados à competência informacional, o qual se reflete, principalmente, no número de publicações sobre o assunto e extrapola os domínios da biblioteconomia e da ciência da informação. O propósito deste artigo é, portanto, oferecer um panorama internacional, histórico e conceitual das pesquisas sobre a competência informacional, procurando mostrar alguns dos diversos desdobramentos que a reflexão sobre o tema tem apresentado nos últimos anos em países onde seu processo de legitimação já se encontra consolidado, de modo a iluminar possíveis campos de pesquisa e de ação para o profissional bibliotecário. Esta pesquisa aponta que, se os estudos iniciais acerca do tema se dedicavam a conceituá-lo, a discutir sua pertinência e a determinar habilidades e conhecimentos que lhe são inerentes, na última década pode-se perceber a proliferação de pesquisas direcionadas a descrever iniciativas ou a propor modelos em áreas que ultrapassam o campo usual, tais como ciências médicas, direito, política e informática, dentre outros. Os primeiros resultados encontrados nesta etapa da pesquisa encaminham para uma perspectiva educacional e filosófica da competência informacional, o que sugere a necessidade de maior aprofundamento e caracterização da competência informacional sob quatro dimensões: técnica, estética, ética e política, que servem tanto à competência quanto à informação.
  Incluído em: 07/04/2014
  A sociedade da informação transformou a atuação de todos os atoressociais nela inseridos e fez surgir novas formas de pensar e de se relacionar com a realidade. Isto tem levado profissionais de todas as áreas a refletir sobre suas atribuições,habilidades e responsabilidades. Neste contexto os bibliotecários escolares começam a repensar sua postura de atuação profissional, e insere-se na information literacy ou copetência informacional. Este artigo busca conceituar competência e competência informacional, e refletir sobre esses dois conceitos no cotidiano do bibliotecário escolar, dando m enfoque as dimensões técnica, estética, ética e política, salientando-se que a competência do bibliotecário escolar é pautada em cada uma dessas dimensões.
  Incluído em: 13/11/2009
  Examina como as Unidades de Informação, mas especificamente, as bibliotecas, podem utilizar-se da prática da criatividade na prestação de seus serviços e criação de novos produtos. Até a década de 1930 a criatividade não era tratada como uma arma necessária ao planejamento organizacional, inclusive, os executivos acreditavam que nem todas as pessoas eram criativas. Nos últimos setenta anos, no entanto, novas contribuições teóricas surgiram enfocando diversos componentes considerados necessários à ocorrência da criatividade. Desde modo, surgiram duas correntes de pensamento, uma tecnicista, ligada a tradição positivista americana, e outra multidimensional, dentro de uma tradição mais pragmática. O objetivo da pesquisa é revisitar a literatura sobre criatividade, tanto o modelo tecnicista americano, quanto o modelo atual, multidimensional, aplicando-o as práticas da Unidade de Informação. A metodologia empregada é referencial e teórica. A primeira parte será orientada a desvendar as técnicas mais utilizadas para se extrair a criatividade do indivíduo e qual sua aplicação na Unidade de Informação. A segunda parte investigará os novos rumos da pesquisa e as novas percepções de aplicação. A última parte abordará como mudanças no ambiente da Unidade de Informação podem estimular o uso da criatividade. Ao final da pesquisa conclui-se que a biblioteca possa apropriar-se do modelo tecnicista e utilizar as técnicas de criatividade para resolver problemas de informação ou oferecer novos produtos ou serviços, ponderando as novas pesquisas e o modelo multidimensional. Conclui-se, por fim, que administrando de forma eficiente o clima e a estrutura organizacional a biblioteca criará o ambiente propício à prática da criatividade.
  Incluído em: 17/11/2010
  O profissional da informação frente aos desafios da Sociedade da Informação: uma reflexão acerca do processo de recuperação da informação
  Incluído em: 08/03/2010
  Diante de tantas evoluções e mudanças, assistimos a transformação da informação em fenômeno social. Desse modo, percebemos as mesmas mudanças de forma direta na formação dos profissionais que têm a informação como objeto de trabalho, como é o caso dos Bacharéis em Biblioteconomia, dessa maneira, o estudo visa uma reflexão sobre o olhar de uma parcela da sociedade teresinense sobre esses profissionais da informação, bem como esclarecer quem são estes, suas atribuições e as novas tendências diante das exigências da sociedade na era da informação, desmistificando a profissão que ainda é ligada por muitos apenas a processos técnicos e a ambientes tradicionais de trabalho como bibliotecas. Partimos de uma pesquisa bibliográfica e sucessivamente com uma de campo que através de entrevistas buscamos entender a temática a partir da perspectiva de um recorte de 100 (cem) pessoas a cerca da profissão e do profissional. Para tanto, se fez necessário o aprofundamento teórico através das leituras de Fonseca (1979), Tarapanoff (1997), Haesbaert (2006) Alvarenga Neto (2008), Mostafa e Pacheco (2009) entre outros.
  Incluído em: 27/05/2011
  A presente pesquisa tem como objetivo compreender a prática educativa de bibliotecários brasileiros que atuam em escolas de ensino básico, buscando esclarecer: se esta prática está restrita à promoção da leitura, se os bibliotecários já desenvolvem atividades de ensino de habilidades informacionais e em que medida estão contribuindo para o processo de letramento informacional dos alunos. Utilizou-se metodologia interpretativa e os dados foram coletados por meio de relatos de experiências, entrevistas e grupo de discussão. A amostra foi composta por 28 bibliotecários que atuavam em escolas de ensino básico (14 de escolas públicas e 14 de escolas particulares). Os resultados revelaram que a sensibilização e a conquista dos estudantes constituem o principal foco da prática educativa dos bibliotecários, evidenciando a predominância de ações voltadas para atrair os alunos para a biblioteca e para a leitura. A quantidade de atividades de orientação à pesquisa é bem mais modesta. Considerando-se que o letramento informacional se caracteriza pela ênfase na aprendizagem pela pesquisa orientada, pode-se concluir que, nesse sentido, a ação dos bibliotecários é incipiente.
  Incluído em: 19/09/2010
  Apresenta uma pesquisa realizada no Brasil, cujo objetivo foi relatar a importância do domínio da língua inglesa pelos profissionais bibliotecários no mercado de trabalho atual. Primeiramente, foi realizada uma análise da atual conjuntura econômica e mercadológica, cujas características principais são as novas exigências interpostas pelo mercado de trabalho oriundas do advento das novas tecnologias e pela necessidade do uso do inglês como idioma preponderante no mundo globalizado. Foi feito um levantamento de dados sobre o perfil do profissional bibliotecário, a legislação que regulamenta esta profissão, suas atribuições, o mercado de trabalho deste profissional e uma pesquisa em cinco grandes e principais classificados virtuais - sites brasileiros de divulgação de vagas nas diversas categorias profissionais. Os sites pesquisados foram: “Catho.com.br”, “Empregos.com.br”, “Vagas.com.br”, “Manager.com.br” e o “InfoJobs.com.br”. O período de análise foi o do mês de janeiro a abril de 2009 e foram encontradas e analisadas um número total de 13 vagas (de acordo com os requisitos da metodologia). Os resultados encontrados respondem a tese de que o domínio/conhecimento da língua inglesa é uma forte vantagem para o profissional bibliotecário na obtenção de melhores qualificações, sobretudo salariais, em termos do mercado de trabalho brasileiro, sobretudo na região sudeste do país.
  Incluído em: 02/05/2011
  Propõe-se a investigação de metodologias de ensino com abordagem sociocognitiva para apresentação de estratégias de ensino que simulem a vivência de contextos profissionais propícios à elaboração das tarefas de análise de assunto para indexação de documentos. Na perspectiva do contato de indexadores aprendizes com um contexto profissional real, foram aplicadas as propostas do Portfólio de Fourie (2002) e o princípio da contextualização social de Ciência da Informação de Hjørland (2002) junto à disciplina “Indexação” do Curso de Biblioteconomia da UNESP de Marília. Os resultados obtidos desta pesquisa sobre investigação de estratégias de ensino em leitura documentária demonstram que os conhecimentos teóricos e metodológicos, em perspectiva sociocognitiva, proporcionam a visão de um contexto profissional no qual o indexador aprendiz tem consciência de suas estratégias de leitura documentária e consegue desenvolver seu conhecimento prévio profissional, de modo a realizar a tarefa de indexação compatível com a demanda informacional de usuários.
  Incluído em: 04/04/2011
  O bibliotecário exerce, em determinadas áreas como, por exemplo, a biblioteca escolar, além de suas tarefas rotineiras, a função de pedagogo. É necessário, sendo assim, que ele saiba ensinar o aluno a entreter com o mundo digital. O bibliotecário tem que estar apto, identificando as necessidades da informação que os currículos escolares exigem aos alunos da Era Digital. Descobrindo isto, pode elaborar aulas especiais em que o usuário não só saiba da existência de repositórios digitais de vídeos, como também produzir vídeos para os mesmos. Conceitua-se, aqui, web 2.0, em que o usuário é responsável por construir o conhecimento; sites como: Orkut, youtube, mercado livre, são exemplo disso.
  Incluído em: 23/06/2010
  Ryan Deschamps (Tutor de e-Learning na Biblioteca Pública de Halifax, Nova Escócia) propôs um desafio a todos os bibliotecários: provem que são profissionais. Se bibliotecários não podem pessoalmente endereçar as afirmações anti-profissionais a seguir com indivíduos, eles não podem chamar a si próprios de profissionais. O que estou dizendo é que o MLIS ou o que quer que seja equivalente que um bibliotecário tenha na sua parede não conta como status na sociedade. Cada bibliotecário precisa responder pessoalmente às 10 seguintes coisas para assumir seu status como profissional.
  Incluído em: 15/06/2010
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Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação e do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil.

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