Categoria: Biblioteconomia
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  Aborda as possibilidades de estabelecimento da relação entre os termos identidade, ética e informação atestando a observância da configuração de uma identidade da ética que possa influir no comportamento informacional dos profissionais e usuários. Considera a ética como um pressuposto filosófico e político que deve estar relacionado aos fatos cotidianos para poder desenvolver estudos mais efetivos acerca do comportamento moral da humanidade. Para tanto, atesta a importância da ética historicista a fim de conceber uma concepção mais precisa sobre o termo em questão. Estabelece como condição problematológica os seguintes questionamentos: o código de ética do bibliotecário é bem elaborado? Quais são as suas deficiências e pontos qualitativos do documento? O código de ética tem sido cumprido pela categoria biblioteconômica? Analisa o código de ética do bibliotecário considerando todos os pontos que o constituem, suas deficiências e qualidades, bem como aponta sugestões para o aprimoramento do código, além de verificar que as reflexões expostas possibilitam inferir que, no caso de analisar atitudes não condizentes com a dignidade da profissão, seria mais adequado uma Comissão de Ética constituída para avaliar ações que aparentemente não se enquadrem num Código de Conduta Profissional do que um Código de Ética com prescrições para fixar normas de conduta. Aponta finalmente que é preciso uma reformulação do código e que muito do que se tem apregoado não tem sido cumprido nas práticas profissionais e cotidianas do bibliotecário.
  Incluído em: 17/04/2011
  A categorização – o processo cognitivo de compreensão das características dos objetos por critérios de similitude ou dessemelhança – constitui-se na biblioteconomia e ciência da informação (BCI) como uma ação intrínseca à organização dos registros do conhecimento e representa a temática central deste trabalho. No âmbito teórico, a lógica categorial apontada como a mais influente na BCI e a matriz, por quase dois mil anos, para trabalhos em diversas áreas do conhecimento é a teoria clássica de categorização, idealizada pelo filósofo grego Aristóteles. Alguns estudiosos da BCI a visualizam em consonância com os trabalhos realizados pelo bibliotecário indiano Shiyali Ramamrita Ranganathan (1892-1972), em especial as categorias fundamentais por ele propostas, expressas pelo acrônimo PMEST(personalidade, matéria, energia, espaço e tempo). Não se observa na literatura uma apropriação experimental de como se deu esta derivação e se ela realmente ocorreu. Em conformidade com isso, a partir da década de 1970, as análises na BCI passam a associar-se aos elementos cognitivos, que neste trabalho recebem a designaçã o de gesto categorial. Objetivou-se, dessa forma, investigar a relação entre as teori as de categorização (clássica e cognitiva contemporânea) com os princípios categoriais de Ranganathan, observando a categorização enquanto um processo cognitivo, e compreender como se dá o gesto categorial nas diferentes instâncias de categorização na BCI (o classificador e o classificacionista) pautado nos escritos de Ranganathan. Partiu-se da pesquisa exploratória com a imersão teórica na temática dos conceitos, da classificação e da categorização. Observou-se nesta que a categorização se configura de maneira distinta conforme o período retratado e, ainda, a necessidade do resgate dos estudos orientados às categorias na BCI, já que se caracterizam como o fundamento na relação dos sujeitos com o ambiente. Abordou-se os princípios categoriais presentes na teoria clássica, na estrutura PMEST e na abordagem cognitiva comtemporânea. No âmbito empírico, empregou-se o protocolo verbal aos classificacionistas e aos classificadores através da realização de uma tarefa em um instrumento de recuperação da informação elaborado conforme os princípios categoriais de Ra nganathan – o Tesauro de Folclore e Cultura Popular Brasileira (TFCPB), seguido pela entrevista semi estruturada. Na análise do gesto categorial desses sujeitos, percebeu-se a existência de pontos que oscilam entre as diferentes propostas categoriais, bem como a ocorrência de certo enfraquecimento da estrutura PMEST na categorização que realizam, o que contraria um dos pressupostos traçados na pesquisa. Dessa forma, crê-se que os indícios cognitivos presentes nos princípios categoriais de Ranganathan transitem entre a teoria clássica e a abordagem cognitiva contemporânea, de forma que se miscigenam conforme o tipo de face ta que as categorias retratam, além do já mencionado enfraquecimento da estrutura PMEST no emprego prático da categorização na BCI.
  Incluído em: 22/05/2013
  A realidade brasileira tem apresentado cada vez mais professores readaptados ocupando o lugar dos bibliotecários dentro das bibliotecas escolares brasileiras. Apesar da existência de diversos trabalhos na área da Ciência da Informação que enfoquem essa questão, chama a nossa atenção a ausência de pesquisas focadas na maneira que esses sujeitos-readaptados falam de sua atuação nesses espaços. Propomos, então, estudar através de uma comunidade virtual destinada a esses sujeitos, como eles discursivizam seu trabalho dentro das bibliotecas escolares e a forma que compreendem essa denominada readaptação profissional. Mobilizamos a Análise do Discurso de matriz francesa, especialmente as noções de sujeito, discurso e memória, para interpretar o dizer desses sujeitos e, no que se refere à Ciência da Informação, trabalhamos com a movimentação de sentidos acerca dessas unidades informacionais, discutindo a readaptação desses profissionais em um campo de trabalho que é diverso do seu. Nessa direção, construímos uma série de reflexões acerca das bibliotecas escolares.
  Incluído em: 27/01/2013
  O bibliotecário da contemporaneidade é um profissional que atua não apenas como simples guardião da informação, mas como difusor e mediador do conhecimento. Devido às mudanças ocorridas no atual panorama socioeconômico brasileiro, percebe-se a ampliação do campo de trabalho do bibliotecário e neste processo evidencia-se a difusão da biblioterapia, que pode ser realizada em diferentes ambientes com a utilização da leitura como recurso terapêutico. Contudo, ressalta-se que somente a prática da leitura, sem o devido acompanhamento terapêutico, não pode traduzir-se em biblioterapia, uma vez que esta atividade ocorre necessariamente entre o indivíduo que está enfrentando problemas, seja físico, emocional ou social, e o profissional especializado que possui os recursos necessários para atuar nestes casos. A Biblioterapia surge como dinamização da atuação profissional do bibliotecário, focando o lado humanista da profissão. Diante do exposto, através de revisão de literatura cuja intenção é o método dedutivo, embasando-se em livros e artigos já produzidos acerca do assunto, objetiva-se mostrar a nova atuação do profissional bibliotecário, evidenciando a sua função e contribuição social como biblioterapêuta. Finalmente, de acordo com o que foi analisado ao longo desta pesquisa, constatamos que o biblioterapêuta é antes de tudo um bibliotecário com formação para promover a leitura enquanto um instrumento terapêutico, sendo, portanto, um profissional especializado que atua em diversos âmbitos da sociedade, interagindo em seu ambiente de trabalho com vários profissionais, tais como o psicólogo, o psicoterapeuta, e/ou o pedagogo.
  Incluído em: 07/06/2012
  O artigo aborda as principais semelhanças e diferenças entre as classificações documentárias Classificação Decimal de Dewey e Classificação Decimal Universal. A metodologia utilizada na pesquisa foi a bibliográfica, no qual foram analisados artigos científicos, livros e as próprias classificações. Coloca-se a importância que cada uma possui para organização de bibliotecas, mostrando as vantagens e desvantagens no uso de cada classificação. As duas classificações possuem muitas semelhanças em suas tabelas sistemáticas e nas atualizações, mas se diferenciam na quantidade de tabelas auxiliares, na estrutura física, nos criadores, nos órgãos de manutenção, nos idiomas, nas ordens de citação e nas suas notações. Dependendo do tipo de biblioteca, cabe ao bibliotecário analisar a classificação mais adequada. Como resultado, conclui-se que a CDD é mais indicada para bibliotecas de assuntos gerais e a CDU para bibliotecas especializadas.
  Incluído em: 07/06/2012
  A categorização – o processo cognitivo de compreensão das características dos objetos por critérios de similitude ou dessemelhança – constitui-se na Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI) como uma ação intrínseca à organização dos registros do conhecimento e representa a temática central deste trabalho. Discutem-se algumas acepções dadas às categorias, em termos conceituais e exploratórios, com enfoque nas áreas da Biblioteconomia e Ciência da Informação e das ciências cognitivas. Posteriormente, apresenta-se a categorização cognitiva contemporânea e seus elementos constituintes, já que se configura como uma alternativa às propostas categoriais até então vigentes e, ainda, como uma possibilidade a ser explorada no campo da BCI.
  Incluído em: 05/06/2013
  Este trabalho faz abordagem aos diferentes recursos que estagiários em Biblioteconomia e Ciência da Informação conhecem a partir da aprendizagem prática em Serviço de Referência da Seção de Acesso às Bases de Dados da Biblioteca Comunitária da Universidade Federal de São Carlos, de modo evidente a maneira e métodos tecnológicos desenvolvidos no decorrer das tarefas delegadas durante o estágio com a finalidade de otimização do atendimento aos usuários da biblioteca. A bagagem de conhecimento adquirida pelo estagiário dessa seção é de fundamental utilidade para a própria formação acadêmica.
  Incluído em: 05/11/2012
  Pouquíssimas instituições sobreviveram por tanto tempo e se desenvolveram sob formas tão variadas quanto a Biblioteca, que se adaptou e evoluiu diante de sociedades com estruturas e escalas de valores tão distintas quanto as que existiram no período da Antiguidade, da Idade Média, do mundo Moderno e até mesmo as que existem na contemporaneidade. Este trabalho parte de uma pesquisa bibliográfica, com o objetivo de evidenciar qual seria o futuro das bibliotecas convencionais diante do novo conceito de biblioteca iniciado com o Google Books. Investiga-se neste trabalho a polêmica a respeito da possibilidade desse novo serviço da gigante empresa de informática Google ameaçar a existência das bibliotecas tradicionais de pesquisas. Serão apresentados aspectos positivos e negativos deste projeto ambicioso que supostamente seria responsável por organizar e disseminar toda a informação e o conhecimento produzido pelo homem no decorrer do seu desenvolvimento. Argumenta-se também sobre os principais entraves que estão ao redor deste que é considerado atualmente como o maior projeto de digitalização de livros, como as barreiras impostas pelas legislações que amparam os direitos autorais.
  Incluído em: 05/12/2012
  Em relação às mudanças que marcam a trajetória dos catálogos das bibliotecas, o presente trabalho tem como objetivo descrever os desafios que perpassam a atualidade dos bibliotecários, em relação à utilização do catálogo on-line como principal ferramenta de armazenamento e recuperação da informação documentária. Utilizando literatura especializada, pretende-se contribuir para a discussão do tema, a fim de compreender os desafios e as perspectivas do uso desta importante ferramenta de busca e recuperação da informação
  Incluído em: 04/11/2012
  Las bibliotecas llevan años usando las herramientas y servicios de la Web social. Estar en los medios sociales es fácil, para una biblioteca también lo es. Desde el año 2006 estamos hablando de estos espacios web que permiten a las bibliotecas interactuar con sus comunidades de una forma más directa, dando rienda suelta a su propia expresión e imaginación sin depender en gran medida de los servicios de informática, ni siquiera de los recortados presupuestos.
  Incluído em: 15/06/2012
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JOHUHA é um diretório sobre temas relacionados com Ciência da Informação e Biblioteconomia.

Criado pelo Prof. Dr. Angel Freddy Godoy Viera. e-mail: godoy@cin.ufsc.br

Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação e do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil.

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